quarta-feira, 11 de novembro de 2009

TEMA DE REDAÇÃO

Escrever um texto dissertativo-argumentativo, em prosa, entre 15 e 25 linhas sobre o seguinte tema:

EMPATIA: A IMPORTÂNCIA DE ESTENDER O OLHAR AO OUTRO.

Ao desenvolver seu texto, selecione, organize e relacione argumentos, fatos e opiniões para defender seu ponto de vista a cerca do tema.
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A verdadeira realidade

Se formos pensar de acordo com os dados da pesquisa, temos sim uma boa qualidade na educação. Mas não é bem o que mostra a realidade de um aluno do ensino médio. Não são todos os professores que prendem a atenção do aluno, e a maioria deles não sabem realmente passar uma informação fácil de ser entendida por um adolescente.

Como podemos ver, há uma grande porcentagem de professores que não têm diploma, ou seja, não estão totalmente capacitados para lecionar.

Considero o ensino da minha escola muito bom, comparado ao de outras escolas. Tenho certeza de que com mais empenho da parte dos professores em melhorar suas técnicas de ensino, e dos alunos de aprender e prestar atenção, teremos uma ótima educação e não haverá mais casos de alunos formados no ensino médio sem saber interpretar textos.

Gabriela Viana - 104

domingo, 16 de agosto de 2009

Nem sempre ser ¨bonito¨vale à pena.

Ao nos depararmos com o padrão de beleza imposto pela mídia, percebemos a obsessão das pessoas, tanto mulheres como homens, ao tentarem se igualar àquelas ¨formas perfeitas¨que, muitas vezes, são frutos de grandes fotógrafos, maquiadores e avançados programas de computador.
Essa obsessão é tão grande que jovens esquecem de seguir uma alimentação saudável o que acarreta em uma série de distúrbios alimentares como a bulimia e anorexia , além de sua auto-estima ficar lá embaixo ao perceberem que não chegaram nem aos pés da beleza que a mídia impõe.
As mulheres são o principal alvo desse culto da beleza, afinal quem não quer ser uma Gisele Bündchen com sua beleza inegável, porém, imagina que monotonia seria se todos fossem iguais aos idolatrados da telinha.
Portanto, percebe-se que nem sempre ter um corpo igual ao que a mídia requer é sinônimo de satisfação, basta seguir um padrão de vida ideal, não expondo a saúde aos extremos. Afinal, como diz o ditado popular: a "beleza está nos olhos de quem vê¨.
Sibele Morreira
Tema da Redação: Os padrões de beleza impostos pela mídia.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

FORUM DE DISCUSSÃO – Ativ. Avaliativa – valor: 20


Queridos alunos, esta atividade é avaliativa, e para desenvolvê-la tu deves ler com atenção os comentários abaixo, refletir sobre o assunto e postar um comentário, conforme é solicitado abaixo.Atenção: só serão avaliados os comentários postados até o dia 10 de setembro.


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“Uma pesquisa mostra que para os brasileiros tudo vai bem nas escolas. Mas a realidade é bem menos rósea: o sistema é medíocre.” Assim inicia uma matéria da revista Veja/2008. Nela são apontados dados estatísticos tais como:

- 90% dos professores se acham bem preparados para dar aulas
- 89% dos pais consideram receber das escolas um bom serviço em troca do que pagam
- 68% dos alunos de escola pública acreditam que estão em uma escola ótima
- 89% dos professores se dizem capazes de despertar a atenção dos alunos em aula
- 65% dos alunos dizem que suas aulas são interessantes
- 22% dos professores de ensino básico não têm diploma universitário
-60% dos estudantes terminam o ensino fundamental sem saber interpretar textos

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A partir dessas afirmações, escreve um comentário, em linguagem formal, expondo teu ponto de vista a respeito da TUA REALIDADE ESCOLAR E DA EDUCAÇÃO NO BRASIL. Tu podes mencionar exemplos para embasar tuas opiniões.
ATENÇÃO!!!!!
Manda o teu comentário para o e-mail da turma para que eu possa analisar antes de postares aqui no blog. Coloca como assunto do e-mail a palavra FORUM.

Bom trabalho!!
beijos da professora Mariléia.
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domingo, 9 de agosto de 2009

Gosto musical, cada um tem o seu.

Ao nos depararmos com música, gosto musical e estilo musical, surgem vários tipos de preconceitos e discriminações. Porém é com ela que vamos destruindo barreiras e preconceitos.
A música é muito influente na vida dos seres humanos, cada um gosta de um estilo, mas também há pessoas que gostam de vários, ritmos variados. Para esses existe um nome especial: os ecléticos; na verdade eles são muito poucos, a minoria realmente.
Com os olhos e ouvidos voltados a só um tipo de música, formam-se barreiras em torno desse ambiente, e quando as pessoas saem de trás de seus muros e convivem com pessoas de outros tipos, com gostos e atitudes totalmente diferentes das dela, criam-se preconceitos, formando mais uma discriminação, e o pior é que as pessoas não enxergam e não percebem que a música é um bem de todos e que é através dela que podemos vencer barreiras.
Portanto, percebe-se que as pessoas estão ficando cada vez mais preconceituosas e estão deixando de lado a oportunidade de optar por novas e diferentes escolhas de vida!
Danielle Medeiros
TEMA: GOSTO MUSICAL

Rumo a Copa 2014

O Brasil está se organizando para uma copa do mundo, mas falta muito para nós fazermos, pois temos que realizar algumas obras de infra-estrutura em cidades e estádios.
Quando organizamos um evento desta importância, devemos ter certos cuidados, sendo que os estádios de futebol do nosso país ainda não seguem os padrões da FIFA, porque eles não possuem rampas de acesso ás cadeiras o suficiente, quantidades de vagas de estacionamento, bons campos de treino, etc.
As cidades também são obrigadas a seguir esses padrões que a FIFA impõe. Com relação à boa infra-estrutura de transporte, rede hoteleira, hospitais, policiamento, etc., pois é o que as delegações da FIFA exigem.
Portanto, nós temos que resolver alguns problemas antes de 2014. A copa do mundo poderá ser uma conquista nossa, mas se cumprirmos com as normas da FIFA.
Aluno: Fernando Camargo Fernandes
Tema: Copa do Mundo 2014

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Atividade 7

Capítulo 6 do livro didático:

Página 103: ler
Página 104: ler
Página 105: ler
Página 106: ler e responder a ativ. 1
Página 107: responder as atividades 2 e 3
Página 108: ler
Página 109: ler e responder a ativ. 5
Página 110: responder as atividades 6, 7 e 8
Página 111: ler sobre Formação de Palavras e responder as atividades 9 e 11
Página 112: ler
Página 114: ler a partir de Atividades
Página 115: realizar as atividades 13(letras A e B), 15(letras: A, B e C), 16(letras A e B)
Página 116: realizar as atividades: 17(letra A), 19, 20, 21. Fazer os Exercícios Complementares: 22 e 23
Página 117: exercícios 24, 25, 26, 27 (letra A) e 28

Por enquanto é só isso, pessoal!
As atividades serão todas conferidas em aula!

Bom trabalho!!!

Um beijo em cada um!
Profe Mariléia

sexta-feira, 10 de julho de 2009

SOBRE A ESCUTATÓRIA:

Alegrete, 7 de julho de 2009.
Prezado Rubem Alves:

As pessoas, sem querer, falam e ouvem demais, mas se todos cuidassem mais de suas vidas e suas maneiras de agir, tudo seria mais fácil, alguns têm como hábito cuidar mais dos outros do que de si próprio, as pessoas precisam ter certeza no que falam e para quem vão passar algo que não tem garantia que seja verdade, os que ouvem preferem julgar do que corrigir, sendo que deviam adquirir como costume se autocontrolar, saber o limite quando está entre o público. Nem todos pensam igual, mas eu em particular concordo com o texto, o silêncio é bom e prático, com ele demonstramos muitas coisas e adquirimos também. Se todos soubessem ouvir o tanto quanto sabem falar, muitas coisas ruins não estariam acontecendo no nosso dia-a-dia, os resultados não seriam tão desagradáveis, pois todos seriam justos. Acho que seria um dos melhores investimentos para o nosso mundo, algo que iria contribuir a toda a nação, uma escola de escutatória, pois além de falar na hora certa e coisas corretas, saberiam também ouvir. Com o silêncio interior, teríamos muito mais chances de entender melhor as pessoas e a nós mesmos, nosso mundo e nosso coração agradeceriam. Amadurecer essa idéia e fazer com que ela se torne realidade pode até ser difícil, mas o resultado seria maravilhoso .
Atenciosamente,
Natali Paradzinski

ESCUTATÓRIA - RUBEM ALVES

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.Escutar é complicado e sutil. Diz o Alberto Caeiro que “não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma“. Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Aí a gente que não é cego abre os olhos. Diante de nós, fora da cabeça, nos campos e matas, estão as árvores e as flores. Ver é colocar dentro da cabeça aquilo que existe fora. O cego não vê porque as janelas dele estão fechadas. O que está fora não consegue entrar. A gente não é cego. As árvores e as flores entram. Mas - coitadinhas delas - entram e caem num mar de idéias. São misturadas nas palavras da filosofia que mora em nós. Perdem a sua simplicidade de existir. Ficam outras coisas. Então, o que vemos não são as árvores e as flores. Para se ver e preciso que a cabeça esteja vazia.Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás, duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. (Contou-me uma amiga, nordestina, que o jogo que as mulheres do Nordeste gostam de fazer quando conversam umas com as outras é comparar sofrimentos. Quanto maior o sofrimento, mais bonitas são a mulher e a sua vida. Conversar é a arte de produzir-se literariamente como mulher de sofrimentos. Acho que foi lá que a ópera foi inventada. A alma é uma literatura. É nisso que se baseia a psicanálise...) Voltando ao ônibus. Falavam de sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia - a enfermeira nunca acertava -, dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, a admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia. Mas o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada...“ A segunda iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma.“ Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg - citado por Murilo Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas.“ Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos...Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos, estimulado pela revolução de 64. Pastor protestante (não “evangélico“), foi trabalhar num programa educacional da Igreja Presbiteriana USA, voltado para minorias. Contou-me de sua experiência com os índios. As reuniões são estranhas. Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, como se estivessem orando. Não rezando. Reza é falatório para não ouvir. Orando. Abrindo vazios de silêncio. Expulsando todas as idéias estranhas. Também para se tocar piano é preciso não ter filosofia nenhuma). Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que julgava essenciais. Sendo dele, os pensamentos não são meus. São-me estranhos. Comida que é preciso digerir. Digerir leva tempo. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se falo logo a seguir são duas as possibilidades. Primeira: “Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava eu pensava nas coisas que eu iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado.“ Segunda: “Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou.“ Em ambos os casos estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: “Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou.“ E assim vai a reunião.Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir. Fernando Pessoa conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras. E música, melodia que não havia e que quando ouvida nos faz chorar. A música acontece no silêncio. É preciso que todos os ruídos cessem. No silêncio, abrem-se as portas de um mundo encantado que mora em nós. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Me veio agora a idéia de que, talvez, essa seja a essência da experiência religiosa - quando ficamos mudos, sem fala. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia, que de tão linda nos faz chorar. Para mim Deus é isto: a beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também. Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto... (O amor que acende a lua, pág. 65.)Fonte: http://rubemalves.locaweb.com.br/hall/wwpct3/newfiles/escutatoria.php

domingo, 5 de julho de 2009

Redação de Vestibular - Tema: gosto musical.

  • Pessoal, como não consegui fazer parágrafo nesta droga de blog, falhei linha entre o título e a introdução e entre cada paráfrafo para vocês perceberem claramente a estrutura da Redação, mas ATENÇÃO!!! Isso não deve ser feito durante a escritura do texto na folha definitiva. Beijo da profe MARILÉIA
Título: Um outro tipo de preconceito.

Apesar de termos a liberdade de escolha e a democracia a nosso favor, pessoas de várias “tribos musicais” são discriminadas e rotuladas pela sociedade. Este é um outro tipo de preconceito, o preconceito musical.

A música é uma forma de expressão pessoal, como um pintor expressando seus sentimentos no quadro. Todos temos direito de nos expressar. Isso é a parte da personalidade de cada um, expressar ideias no trabalho, na política de sua cidade, e em todos os lugares onde haja comunicação e respeito às opiniões individuais.

A expressão é também a base da evolução. E as músicas de hoje não são iguais as de 20 anos atrás; tudo está evoluindo constantemente. É o que acontece também com as roupas, com a televisão e com todos os outros meios que envolvem as pessoas e suas opiniões.

A música representa um sentimento diferente para cada pessoa. Devemos aceitar os gostos musicais alheios, como aceitamos a opção sexual de cada um. No mundo de hoje não há mais espaço para preconceitos.
Gabriela Viana